O que DEUS tem pra você hoje

segunda-feira, 11 de março de 2013

Como Você Está Investindo Sua Vida?


Por Lane Kramer

Ao longo dos últimos 20 anos conheci CEO's muito bem-sucedidos do ponto de vista empresarial. Alguns a partir de modestas somas de capital, criaram empresas de tamanho considerável e as venderam por milhões de dólares. Outros geraram centenas de empregos dirigindo grandes corporações. Contudo, imagino se esses indicadores tangíveis por si só significam que esses indivíduos foram realmente bem-sucedidos na vida.

A resposta depende de como se define sucesso. Que é sucesso para você? Você mede sucesso pela quantia de dinheiro que ganha, pelo tamanho da sua empresa ou pela qualidade de seus relacionamentos com Deus, família e amigos? E como Deus avaliaria o sucesso em sua vida? 

Para mim a resposta é determinada por estarmos ou não cumprindo o propósito que nos foi dado por Deus e fazendo a vontade Dele em nossa empresa e nossa família, na comunidade onde prestamos culto, no círculo de nossos amigos, no mercado de trabalho como um todo e na cidade onde vivemos. 

Costumo avaliar sucesso através das lentes de um investidor. Todos os dias preciso determinar onde maximizar meu investimento de tempo, talentos, riquezas, capital relacional e energia física. Tudo isso são dons dados e confiados a mim por Deus. As escolhas de como e quando investi-los nem sempre são fáceis, porém, muito importantes. Como diz 1Coríntios 4.2-5: “O que se exige de quem tem essa responsabilidade é que seja fiel...(o Senhor) trará para a luz os segredos escondidos no escuro e mostrará as intenções que estão no coração das pessoas. Então cada um receberá de Deus os elogios que merece”. 

Por exemplo, devo gastar horas extras na minha empresa promovendo seu crescimento ou investir esse tempo em casa jantando com minha esposa? Será que gasto tempo regularmente conversando com minha mãe idosa nas tardes de domingo ou invisto esse tempo lendo meu jornal preferido? Saio passeando de bicicleta aos domingos de manhã ou invisto esse tempo com minha comunidade religiosa? Participo de evento para ajudar em prisões ou no torneio do clube de campo? Decisões, decisões! Elas exigem sabedoria vinda de Deus. 

Todos os investidores tentam maximizar o retorno do capital aplicado. É exatamente isso que tento fazer na minha vida em geral. Como diz 1Coríntios 4, e outras partes da Bíblia, um dia Deus fará revisão na minha vida e pedirá contas da forma como investi os talentos que Ele me deu. Como administrador desses talentos - e não dono - devo pensar como Ele (o verdadeiro Dono) gostaria que eu investisse o que me confiou. 

Embora devamos primeiramente buscar ser bons administradores/investidores porque amamos a Deus e queremos servi-Lo, nosso Criador também entende nossa natureza humana. Ele sabe que queremos ser reconhecidos e recompensados como bons investidores. E a Bíblia deixa claro que Deus recompensará, tanto nesta vida como no Céu, nossa fidelidade em administrar/investir todos os Seus dons.

No próximo Maná vou apresentar ideias específicas para nos assegurarmos de ser bons investidores dos recursos que Deus confiou ao nosso uso e cuidado. Até lá, pare e considere como você está se saindo ao “investir sua vida”.  

segunda-feira, 4 de março de 2013

Ideias Brilhantes – Fontes Improváveis


Por Rick Boxx

De acordo com o Wall Street Journal, respeitado periódico de negócios, as caixas de sugestões das empresas vêm sendo substituídas por sistemas online para a apresentação de ideias.  Esses sistemas não apenas recebem ideias sobre mudanças e novas iniciativas como também dão aos empregados  oportunidade de comentar e votar em sugestões feitas por outros membros do quadro de funcionários.

A PricewaterhouseCoopers lançou um website de gerenciamento de ideias que gerou 3.300 novas ideias.  Embora a empresa de consultoria tenha implementado apenas 140 daquelas ideias até o presente, essas que foram usadas pouparam centenas de milhares de dólares para a companhia. 

A ironia é que geralmente os executivos chamam pessoas de fora para avaliar as práticas e sistemas  de suas empresas, além de uma variedade de fatores que afetam rendas e despesas, mas deixam de considerar o pessoal interno, que pode ter uma percepção maior das questões.   Os empregados geralmente conhecem os produtos e processos da companhia melhor que consultores externos, já que trabalham neles todos os dias, embora muitas empresas nunca peçam que seus funcionários façam sugestões. 

Anos atrás industriais implementaram os “círculos de qualidade”, nos quais os empregados mais afetados pelas decisões de produção  poderiam opinar sobre ações adotadas e apresentar suas conclusões sobre os resultados alcançados.  Em muitos casos os grupos de consulta compostos pelos empregados contribuíram significativamente para uma maior eficiência e economia. 

Pode não ser necessária a criação de círculos de qualidade para a sua empresa, e sim alguma outra maneira intencional de solicitar e responder ao quadro funcional sobre estratégias importantes de organização e gerenciamento, o que pode gerar bons resultados.   Há um ditado que diz que às vezes fica difícil distinguir a floresta das árvores,  mas seria sábio periodicamente consultar aqueles mais familiarizados com as “árvores”. 

A Bíblia tem muito a dizer sobre esta abordagem de negócios. 

Não permita que o orgulho o impeça de consultar outras pessoas.  Alguns executivos parecem adotar uma postura de quem deve ter todas as respostas porque ocupam uma posição de liderança.  Não existe nenhuma regra que diga isso e líderes sábios estimulam os membros de seu quadro funcional a apresentarem sua visão.  Provérbios 12:15 ensina:  “O tolo pensa que sempre está certo, mas os sábios aceitam conselhos”. 

Seja receptivo à perspectiva de uma variedade de fontes confiáveis.  Existem diversas maneiras de pedir conselhos valiosos no tocante a planos e decisões importantes de negócios, como sistemas de apresentação de ideias de empregados e reuniões de equipes.  Tirando o máximo proveito de pessoas e ideias disponíveis, a possibilidade de sucesso é multiplicada.  “Sem conselhos os planos fracassam, mas com muitos conselheiros há sucesso”  (Provérbios 15:22).  

Valorize os recursos disponíveis dentro de sua própria equipe.  Geralmente se dá grande peso à opinião de consultores pela presunção de que eles têm uma perspectiva objetiva.  Entretanto, a boa administração exige a utilização apropriada do pessoal que temos dentro de nossas empresas, inclusive envolvendo sua percepção em decisões e práticas importantes.   “...Jesus disse:  Um profeta é respeitado em toda parte, menos na sua terra e na sua casa”  (Mateus 13:57). 

Não subestime a sabedoria do seu pessoal.   Se você tornar o processo fácil e aberto para todos, eles podem ter ideias que lhe poupem milhões. 


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Compromisso com a Excelência


Por Jim Mathis

Ao trocar o carpete lá de casa, contratamos uma empresa bem recomendada e pagamos um preço bem alto pelo novo e sua colocação. Quando terminaram, minha esposa quase chorou com a bagunça que deixaram.

Garanti a ela que poderia resolver tudo e, rapidamente, recolhi os retalhos, passei o aspirador e refiz o rodapé. Até acrescentei à minha coleção algumas ferramentas próprias para colocação de carpete. Depois que os móveis voltaram a seus lugares o ambiente ficou com aparência ótima. O instalador simplesmente não tivera cuidado bastante para concluir o serviço.

Recentemente tive outra péssima experiência com uma loja de pneus. Os pneus gastaram-se prematuramente porque não foram balanceados corretamente. Depois de alguma discussão, o dono concordou em dar-me desconto por um novo jogo de pneus. Mas quando fui pegar o carro, vi que tinham deixado o metal das rodas arranhado e coberto de graxa. Gastei cerca de trinta minutos limpando e polindo as rodas, mas ficaram os arranhões. Consegui pneus novos, mas o serviço foi totalmente insatisfatório. 

Fazendo analogia com os esportes, essas empresas poderiam ter ganho a corrida, mas falharam e não alcançaram a linha de chegada. Não se preocuparam comigo ou com minha esposa, nem com a aparência da nossa casa ou as condições do nosso carro. Usando  terminologia do futebol, poderiam ter marcado um gol, mas nem chegaram a cruzar o meio do campo. 

Como fotógrafo, um dos meus compromissos é garantir aos clientes sempre superar suas expectativas e não me deter até que estejam, não apenas satisfeitos, mas encantados. Seja em que ramo atuamos ou que tipo de produto ou serviço forneçamos: esse deveria ser nosso objetivo!

A determinação de fazer o melhor possível faz sentido. Em muitos casos o futuro da empresa depende de clientes que usam seus serviços sempre. E a melhor propaganda é um cliente satisfeito. Clientes insatisfeitos podem ocasionar desastres. E cliente insatisfeito está sempre mais propenso a contar sua experiência. 

Existe, porém, razão ainda melhor para nos esforçarmos e buscar excelência, dando o máximo de nossa capacidade. A Bíblia ensina: “Tudo o que fizerem ou disserem, façam em nome do Senhor Jesus e por meio Dele agradeçam a Deus, o Pai... O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo o Senhor e não as pessoas” (Colossenses 3.17,23). 

Cada um de nós recebeu habilidades, talentos e experiências únicos, que nos capacitam para o trabalho que fazemos. Uma maneira de mostrar gratidão pelo que recebemos é usar ao máximo nossas habilidades.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Ética nas Decisões


Por Rick Boxx

Não faz muito tempo ouvi excelente mensagem do escritor e preletor Lee Strobel sobre o que ele chamou de, “Os 5 P's na Tomada de Decisões Éticas”. Pensei que seria bom apresentar sua percepção neste Maná. 

O primeiro “P” foi propósito. Ao tomar uma decisão desafiadora é essencial lembrar-se do nosso propósito. Se for apenas ganhar dinheiro, podemos tomar decisão errada. Mas se estiver em linha com princípios bíblicos, a decisão levará a resultado bem diferente. 

1Coríntios 10.31 nos ensina: “Portanto, quando vocês comem, ou bebem, ou fazem qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus”. Tudo quanto os seguidores de Jesus Cristo fazem deveria ter o propósito de glorificar a Deus. Quando esta for a motivação por trás das decisões éticas, torna-se fácil tomar decisões difíceis no ambiente de trabalho.

O segundo "P" que Strobel citou foi prayer (oração, em inglês). Enfatizou a importância de orar buscando sabedoria e direção nas  decisões difíceis. Também deveríamos orar, segundo Strobel, por convicção moral e coragem para fazer o que é certo. Muitas vezes sabemos o que é certo fazer, mas precisamos de coragem para fazê-lo.

Tiago 1.5 ensina: “Mas, se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus, e Ele a dará porque é generoso e dá com bondade a todos.”  Na próxima vez que enfrentar um dilema ético, ore com ousadia pedindo sabedoria a Deus e creia que Ele lha dará.

O terceiro “P” na relação de Strobel é princípios. Estimulou os ouvintes a tomar decisões testando-as com os princípios bíblicos. Disse que 50% das decisões éticas são tomadas com base em emoções como medo, cobiça ou ira, que podem levar a decisões deficientes. É mais produtivo fazer pausa e considerar como nossa decisão se alinha com o que a Bíblia ensina. 

Salmos 119.9 recomenda: “Como pode o jovem manter pura a sua conduta? Vivendo de acordo com a Tua palavra.”  Ao enfrentar dilemas éticos, não deixe que suas emoções o governem. Ore e busque auxílio na Palavra de Deus.

O quarto “P” de Strobel foi pessoas. Quando tomar decisões difíceis, não o faça sozinho. Envolver pessoas confiáveis e sábias trás muitos benefícios: receber bons conselhos; obrigá-lo a ser transparente; prestar contas de suas responsabilidades. Durante anos liderei um pequeno grupo de CEO’s. Fosse qual fosse a questão, descobrimos alguém cujo discernimento foi de grande auxílio para chegar a uma decisão sábia. 

Provérbios 15.22 propõe: “Os planos fracassam por falta de conselho, mas são bem-sucedidos quando há muitos conselheiros.”  Ser líder é algo solitário às vezes, mas não precisa ser assim. Ao enfrentar o desafio de tomar decisões éticas, permita que outras pessoas façam parte do processo.

O último “P” é popular opinion (opinião popular, em inglês) e Strobel deu-lhe uma direção diferente. Recomendou que ao enfrentar uma decisão difícil, considerarmos qual a opinião popular e decidir pelo contrário. Deus não se preocupa com o que pensa a maioria. 

Em Isaías 55.9 Deus nos diz: “Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os Meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos, e os Meus pensamentos mais altos do que os seus pensamentos.”  Decisões tomadas com base na opinião popular podem ser desastrosas. Seja corajoso e, se necessário, adote o caminho oposto, segundo Deus!   


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Paixão pela Vida e pelo Trabalho

Por Jim Mathis 

Tempos atrás me deparei com um pôster que continha o chamado “Manifest Holstee”, um desafio lançado pelos líderes da Holstee, empresa que promove o empreendedorismo, especialmente para pessoas que vivem em áreas de extrema pobreza, através de produtos que eles desenham e produzem.

Talvez você já conheça essa intrigante declaração. Desde que a vimos pela primeira vez, minha esposa e eu a adotamos como se fosse nossa, porque diz essencialmente o que sempre acreditamos.

O Manifesto é muito extenso para ser apresentado na íntegra neste pequeno espaço, mas enfatiza a importância de ter paixão na vida. Eis alguns trechos:

“Essa é sua vida. Faça o que ama e faça-o com frequência. Se você não gosta de alguma coisa, mude-a. Se não gosta do seu trabalho, peça demissão. Se não tem tempo suficiente, deixe de assistir televisão. Se está procurando o amor de sua vida, pare; ele estará esperando por você, quando você começar a fazer as coisas que ama fazer. A vida é curta: viva seu sonho e compartilhe sua paixão.”

Se você ainda não viu esse Manifesto, eu o encorajo a buscá-lo no Google. Engloba de maneira simples um modo de experimentar uma vida de realização, sem torná-la complicada. A declaração não menciona Deus ou espiritualidade, mas depois de lê-la e ponderar sobre o que diz, fiquei convencido que ela concorda com os princípios da Bíblia. Na verdade, uma expressão mais espiritual do Manifesto seria: “Não tente encontrar o plano de Deus para a sua vida; descubra o que faz você vibrar, porque Deus quer pessoas vibrantes.”

O lendário cantor e compositor Bob Dylan disse: “Se você não estiver ocupado vivendo, estará ocupado morrendo.” Em outras palavras, há mais na vida do que simplesmente existir.

Foi isso que descobri com o passar dos anos. Se não podemos ir atrás das coisas que amamos — coisas que nos entusiasmam e nos enchem de energia e motivação — estamos defraudando a nós mesmos. Cada um de nós foi criado com dons, talentos, habilidades e interesses únicos. A questão é como alavancar nossa singularidade e diferença, não apenas para alcançar autorrealização, mas também dar maior contribuição possível para o mundo que nos cerca. O conselho da Bíblia é:

Deus em primeiro lugar. Deus criou cada um de nós dotado de uma mistura única de características que nos faz ser quem somos e o que fazemos. Conhecer Deus nos capacita a conhecer melhor a nós mesmos. “Confie no Senhor e faça o bem; assim você habitará na terra e desfrutará segurança. Deleite-se no Senhor e Ele atenderá aos desejos do seu coração” (Salmos 37.3-4).

Deus como foco central. Uma vida realizada envolve não apenas o que fazemos, mas também porque o fazemos — nossos motivos. Não pode haver motivação maior que servir e honrar a Deus. “Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio Dele graças a Deus Pai” (Colossenses 3.17).

Solução Melhor Que Dar Cabeçadas

Por Robert J. Tamasy 

O Maná da semana passada abordou sobre as consequências de se submeter às exigências do nosso ego, fazendo tudo para obtermos o que desejamos. Recentemente me deparei com uma história que demonstra as virtudes de um comportamento oposto.

A história veio de Ulrich Zwingli, conhecido como Zuínglio, líder da Reforma Protestante na Suíça no início dos anos 1500. Ele e Martinho Lutero, catalisador da Reforma, se envolveram em grave disputa e Zuínglio não sabia o que fazer para resolver o conflito. Encontrou a solução numa manhã enquanto olhava a encosta de uma montanha.

Ele observou duas cabras se aproximarem uma da outra numa trilha estreita da encosta, uma subindo e outra descendo. Ao se avistarem, pararam e baixaram as cabeças. Parecia que iriam se desafiar. Entretanto, ao invés de baterem cabeças, a cabra que subia a montanha, abaixou-se na trilha. A outra, que descia, pôde então pisar nas costas da outra e ambas prosseguiram sem qualquer impedimento.

Se as cabras tivessem escolhido dar cabeçadas, uma poderia ter vencido, mas o resultado seria desastroso para ambas. Porém, quando uma se curvou diante da outra, humilhando-se, pôde avançar e atingir lugares mais altos.

Com frequência vemos exemplos no mercado de trabalho de pessoas agarradas a suas metas e objetivos, determinadas a não permitir que nada se interponha em seu caminho! Quando encontram oposição, insistem em bater cabeças, lutando até chegar a um desfecho amargo e às vezes sangrento.

Mas examine a lição que Zuínglio aprendeu com as duas cabras: uma submeteu-se brevemente à outra, levando a um resultado em que ambas ganharam. Uma abordagem assim não teria espaço na solução de conflitos no ambiente de trabalho? Este princípio encontra amplo respaldo na Bíblia, como segue:

Para subir mais alto é preciso saber abaixar-se. Estar disposto a ceder aos interesses de outra pessoa não deve ser unilateral. Ambas se beneficiam quando estão dispostas a se “submeter” ou ser “servo” do outro. Assim como o submarino vai para baixo nas águas, submeter-se ou ser servo significa colocar-se intencionalmente abaixo do outro. “Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo” (Efésios 5.21).
Líder e liderado devem submeter-se um ao outro. O modelo no mundo dos negócios é que superiores exerçam autoridade sobre os que se reportam a eles. Porém, o melhor líder é aquele que visa o interesse de seus liderados. “Escravos (liderados), obedeçam a seus senhores (líderes) terrenos com respeito e temor, com sinceridade de coração, como a Cristo. Vocês, senhores (líderes), tratem seus escravos (liderados) da mesma forma. Não os ameacem, uma vez que vocês sabem que o Senhor deles e de vocês está nos céus” (Efésios 6.5-9).

Ser humilde para com companheiros e para com Deus. Ao invés de exigir satisfação de nossos desejos, relacionar-se com humildade com os outros pode alcançar o seu bom favor e ajuda. “Sejam todos humildes uns para com os outros” (1Pedro 5.5). “Deus Se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes. Portanto, submetam-se a Deus” (Tiago 4.6-7).

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O Vírus de Verdi

Por Robert D. Foster 

Da vida do compositor de óperas Giuseppe Verdi há uma história de uma noite em que ele realizou um recital de piano no teatro Scala, em Milão, Itália. Depois da peça final a plateia calorosa exigiu bis. Verdi, ávido por aplausos, escolheu uma composição sonora e espalhafatosa, que ele sabia que emocionaria o público, embora fosse, artisticamente falando, de qualidade inferior.

Quando terminou, a plateia se levantou em estrondeante aprovação. Verdi desfrutava os prolongados aplausos, quando viu na galeria seu mentor de longa data, que sabia exatamente o que ele acabara de fazer. O mentor não se levantou e nem aplaudiu. Seu rosto estampava uma expressão de frustrado desapontamento. Verdi quase podia ouvi-lo dizer: “Verdi, Verdi, como pode fazer isso?”

Poderíamos chamar a isso de “vírus de Verdi” — desejo de controlar, necessidade de aprovação. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche descreveu isto assim: “Sempre que escalo um degrau na vida, sou seguido por um cão chamado ego.” O ego infla quando regado por louvor. Ávido por poder e sucesso, jamais se satisfaz, não importa o quanto receba dessas coisas.

Isto é muito comum no moderno e sofisticado mundo empresarial e profissional. Homens e mulheres lutam por atenção, anseiam por adulação, intrigam para obter controle e impor sua vontade. Todos os dias ouvimos falar ou lemos sobre líderes que sucumbiram às tentações de egos famintos. Tais atitudes não são novas. O egocentrismo é tão velho quanto a Bíblia. Vejamos alguns exemplos:

Amor por preeminência. 3João 9-11 fala que Diótrefes, “que gosta muito de ser o mais importante entre eles”, ou em outra tradução, “que ambiciona o lugar de primeira distinção”. Ambição por prestígio e controle levam à adoração e a igual quantidade de influência intimidante.

Insistência em impor nossa vontade. Em Números 22-24 lemos sobre Balaão, único profeta gentio do verdadeiro Deus identificado na Bíblia. Ele obedeceu a Deus até certo ponto, mas seu coração aceitou a liderança de Balaque, que se opunha aos israelitas. Balaão desejava obedecer a Deus, mas cedeu à tentação do ouro. Ele tinha uma mente cheia de iluminação espiritual, mas um coração em trevas. Deus permite que façamos o que insistimos em fazer, ainda que erradas. Queremos e insistimos em fazer. Até mesmo oramos: “Senhor, por que não posso ter isso?”

Rebeldia contra verdade e sabedoria. Em 2Crônicas encontramos a história de Roboão, insolente filho do rei Salomão. Roboão presumiu que o legado de sua família e o poder que herdou, fariam o povo ceder aos seus caprichos. Porém, sem sabedoria política nem compreensão correta da confiança que seu pai depositava em Deus, Roboão morreu orgulhoso e tolo aos 58 anos. “Ele agiu mal porque não dispôs o seu coração para buscar o Senhor” (2Crônicas 12.14).

Como evitar as armadilhas do orgulho e do egocentrismo? Considere a lição de 1Pedro 5.5-6: “Sejam todos humildes, uns para com os outros, porque Deus Se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes. Portanto, humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus, para que Ele os exalte no tempo devido.”

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Promotores da Paz


Por Rick Boxx 

Dois executivos estavam envolvidos em incessante contenda, que estava exercendo impacto negativo na empresa. Depois de falhar todos os esforços internos para resolver a disputa, o CEO me perguntou se estaria disposto a ser o pacificador entre ambos.

Como os dois professavam seguir a Jesus Cristo, pensei que isso tornaria minha tarefa um pouco mais fácil: ouviria e compreenderia ambos os lados da história e depois aplicaria princípios bíblicos para resolver o conflito.

Depois de entrevistar cada um separadamente, eu os reuni e expliquei o que acreditava que Deus desejava que acontecesse naquela situação. Momentos depois observei Deus fazer um trabalho surpreendente no coração de ambos. Os dois homens olharam um para o outro e se abraçaram como irmãos que compartilham uma ligação comum em Cristo. Depois oraram um pelo outro, assumindo o compromisso de continuar fazendo isso.

Enquanto observava a cura espontânea desse relacionamento profissional, pensei nas palavras de Jesus: “Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5.9).

Vivemos em um mundo — incluindo o mercado de trabalho — em que animosidade e relacionamentos antagônicos parecem ser regra e não exceção. Competição, inveja, índole vingativa e outros sentimentos destrutivos deixam pouco espaço para “paz” no ambiente de trabalho. O conflito é tão generalizado que parece que a capacidade de fazer as pazes foi perdida. Daí a necessidade de “pacificadores” — promotores da paz —como Jesus ressaltou.

Fui privilegiado e abençoado por fazer parte de algo maravilhoso que Deus fez na vida daqueles dois líderes empresariais. E não foram habilidades, profundo discernimento ou técnicas especiais que me capacitaram a ser facilitador nesse processo para que chegássemos a um final bem-sucedido. Deus realizou a obra. Ele usa pacificadores para promover cura. Ele quer usar você também.

Existe diferença entre pacificação e manutenção da paz. Manutenção da paz consiste em olhar para o outro lado, ignorando o conflito, esperando tolamente que ele desapareça por si mesmo. Raramente isso acontece.

Pacificar envolve abordar o conflito e as partes envolvidas intencionalmente, propositalmente, com objetivo de encontrar solução aceitável para todos. O ideal é que a resolução represente ganho para todos, para que ninguém sinta que suas necessidades ou interesses não foram levados em consideração.

A paz deveria ser a marca de todos que professam seguir a Jesus Cristo e, como tal, temos a obrigação de ajudar a promovê-la sempre que pudermos. Nem sempre é fácil; fazer brotar harmonia da discórdia pode ser uma dura tarefa. Ainda assim, somos exortados a fazer exatamente isto: “Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados” (Hebreus 12.11).

Vamos ser promotores da paz em 2013!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Resolução de Ano Novo: Seja Real!


Por Robert J. Tamasy

As inovações em comunicações têm sido espantosas. Podemos facilmente manter contato com amigos e colegas e nos reconectar com pessoas que conhecemos no passado. E-mails e mensagens de texto se tornaram a forma preferida de comunicação rápida (graças à qual o Maná da Segunda chega a centenas de milhares de pessoas em mais de 20 idiomas diferentes).

A Internet nos possibilitou o uso de blogs com que compartilhamos experiências e opiniões. Outros recursos nos conectam face a face a milhares de quilômetros de distância. Podemos apreciar vídeos para diversão ou mensagem séria. Quando as ligações telefônicas não são atendidas, sempre há o correio de voz.

Quem pode prever os próximos avanços em comunicações? Embora extremamente benéficos e práticos, todos carecem de uma dimensão importante: o contato pessoal. Um antigo slogan sugeria: “Alcance e toque alguém!”. Falta esse “toque” em mensagens de texto, emails, blogs ou mensagens de voz.

Pesquisadores descobriram que somente 7% da nossa comunicação é verbal e se dá através do olhar, linguagem corporal, gestos, expressão facial, tom de voz e ritmo da fala. Por e-mail ou SMS parte da mensagem se perde. Não apenas isso, mas o toque gentil, sorriso amistoso ou piscadela só podem ser trocados pessoalmente. Em um mundo cada vez mais impessoal, essas atitudes “não verbais” nos ajudam a dizer: “Você é alguém, existe e é importante”.

Ao olhar para 2013, uma resolução que talvez valha a pena, seria nos tornarmos "reais" e determinarmos estar presentes para outras pessoas, apesar de prazos, pressões e agendas apertadas. A Bíblia faz observações muito úteis:

O impacto da presença pessoal. Quando estamos na presença de outros, não nos comunicamos apenas com palavras, mas enfatizamos também a mensagem que transmitimos com nosso exemplo pessoal. Jesus Cristo seguia este princípio: “(Jesus) Escolheu doze, designando-os apóstolos, para que estivessem com Ele, e os enviasse a pregar” (Marcos 3.14).

A inspiração de estar junto. Quando estamos juntos, compartilhando o senso comum de uma missão, podemos nos estimular e inspirar mutuamente. “E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros” (Hebreus 10.24-25).


A instrução na interação pessoal. Passando tempo uns com os outros, lado a lado no ambiente de trabalho, podemos compartilhar sabedoria, desafiar-nos uns aos outros com criatividade, ajudando-nos mutuamente a crescer profissionalmente.“Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro” (Provérbios 27.17).

Desfrute dos benefícios da comunicação eletrônica, mas lembre-se: não há substituto para interação humana face a face, olho no olho!

Fonte: Maná da Segunda

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Revisando a Ênfase do Natal


Por Jim Mathis

Como seguidor de Jesus Cristo, celebro Seu nascimento em 25 de dezembro, como fazem bilhões de cristãos em todo o mundo. Não se sabe ao certo a data em que Ele nasceu e 25 de dezembro é tão bom como qualquer outro dia para comemorar Seu aniversário.

A Bíblia nos conta que homens sábios – magos – viajaram longa distância para levar presentes ao Bebê recém-nascido que Se tornaria o Salvador do mundo. Por isso, tornou-se tradição entre amigos e familiares a troca de presentes como parte da celebração.

Dar e receber presente é uma das linguagens do amor, uma demonstração de que nos importamos com a pessoa e nos conectarmos emocionalmente. Pensar em alguém e gastar tempo escolhendo algo que esperamos ela irá gostar, é parte de qualquer relacionamento.

Contudo, no Natal, levamos este costume ao extremo. As pessoas se esquecem de honrar a Jesus e usam suas energias gastando dinheiro que nem sempre possuem, por motivos nem sempre justificáveis. Por isso gosto das festas de presente de “elefante branco”. O conceito é dar a um inimigo algo que ele teria que gastar dinheiro para abrigar e manter, sem qualquer benefício em troca. Embora concebido com intenção maliciosa, a versão moderna é vista como uma brincadeira e resulta em muita diversão. 

Anos atrás minha esposa livrou-se de 75% do que possuíamos e nos mudamos de uma casa de quatro dormitórios, para um apê de dois, comprometendo-nos a viver com mais simplicidade e com menos "peso" sobre esta terra. Vimos, então, que muitos presentes poderiam ser “elefantes brancos”, porque eram muito difíceis de vender ou dar, do que na hora da compra. 

Talvez tenha chegado o momento de mudar nossa ênfase sobre o Natal, deixando de priorizar compras, para lembrar os princípios que Jesus nos deixou. Ele ensinou muito, mas Sua mensagem central foi amor e perdão, destacando que qualquer um pode amar seus amigos, mas que o verdadeiro teste seria amar os inimigos e perdoar os que nos odeiam

Estar o Natal tão próximo do ano novo é uma ideia maravilhosa: que maneira melhor de começar um novo ano, do que seguir os ensinamentos de Jesus e perdoar aqueles que nos fizeram mal, buscando nos reconciliar com quem mantivemos relações tensas durante o curso deste ano?!

Deixe-me fazer uma sugestão ao celebrarmos o Natal e nos aproximar do final deste ano: em 2013 vamos gastar menos, amar mais, perdoar a todos e servir aos outros. Se fizermos isto, experimentaremos resultados além do imaginado.

Lembre-se: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio Dele” (João 3.16-17). 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Como Você Lida Com a Ira?


Por Robert J. Tamasy

De todas as emoções que exibimos e enfrentamos durante um típico dia de trabalho, a ira é provavelmente a mais comum. Existem muitas razões para isso, mas como não sou psicólogo, não vou especular sobre as causas. Mas podemos concordar que há muitas pessoas iradas no ambiente de trabalho. Talvez você seja uma delas.

Prazos irracionais, pressões, metas não cumpridas, expectativas não alcançadas, conflitos com colegas de trabalho, especialmente aqueles cujas personalidades não se afinam com a nossa, suscitam nossa ira. Carregamos conflitos do lar para o trabalho e vice-versa, o que leva a inesperadas demonstrações de ira. Na maioria das ocasiões a exibição descontrolada de ira é prejudicial, causando danos difíceis de serem reparados. E como lidar com ela? Quando alguém esbarra no nosso balde emocional e a ira começa a derramar, o que podemos fazer? 

Recentemente li sobre um homem de negócios que pensou haver conseguido um contrato muito importante. Seria a maior transação da história de sua empresa. Mas antes que o acordo fosse formalizado, o cliente mudou de ideia e optou por outra empresa.

Ele ficou mais que desapontado: ferveu de ira e pensou em irromper no escritório do cliente e lhe dizer o quanto ele agiu mal. Se seus pensamentos irados fossem balas, muitos sairiam feridos. Entretanto, antes de seguir seus impulsos, tomou tempo para se acalmar e, por fim, decidiu permanecer quieto. Pensou que, embora essa demonstração emocional fosse catártica, ele não ganharia nada com ela.

Sendo a ira universal, a Bíblia tem muito a dizer sobre ela. Vejamos alguns exemplos: 

Resolva seus desentendimentos prontamente. Conflitos são normais, mas se permitirmos que a ira entre em ebulição, a magnitude da contenda irá além do justificável. “Quando vocês ficarem irados, não pequem. Apaziguem a sua ira antes que o sol se ponha” (Efésios 4.26).
 
Não deixe a ira virar amargura. Desentendimentos podem ser resolvidos, mas abrigar sentimentos irados leva à amargura, o que causa danos e destrói relacionamentos. “Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade” (Efésios 4.31). 

Ouvir, ao invés de falar, evita explosões de ira. Manter-se em silêncio e ouvir, ao invés de responder rápida e raivosamente quando provocado, é de grande ajuda. Às vezes ficamos irados simplesmente por não entender corretamente o que o outro está dizendo. Mesmo se discordarmos, discutir calmamente as diferenças é mais produtivo do que demonstrar ira. "Cada um esteja pronto para ouvir, mas demore para falar e ficar com raiva. Porque a raiva humana não produz o que Deus aprova” (Tiago 1.19-20). 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Seja Um Hereford


Por Robert D. Foster

Um velho vaqueiro passou anos trabalhando em fazendas de gado, onde tempestades de inverno cobravam tributo pesado do rebanho, devido às gélidas chuvas e ventos ferozes que faziam a neve se acumular em enormes montes. As temperaturas geralmente desciam abaixo de zero. A maioria dos animais voltava as costas para as lufadas de gelo e lentamente caminhava a favor do vento, até que a cerca os detivesse e ali acabava morrendo.

Mas a raça hereford agia de modo diferente. Animais desta raça instintivamente voltavam-se contra o vento, posicionando-se lado a lado, enfrentando as rajadas da tempestade, cabeças abaixadas contra a violência do ataque. O resultado era a sobrevivência do rebanho. Que lição valiosa a ser aprendida: "Enfrente as tempestades da vida de frente" !

É preciso entender os ventos da adversidade. Lembro-me de tempos extremamente difíceis quando me sentia tentado a “jogar a toalha”, enfiar a cabeça na areia ou esperar soar o gongo e encerrar o combate. Meu bom amigo e escritor Jerry Bridges apresentou algumas boas respostas para mim em seu livro, “Trusting God Even When Life Hurts” (Confiando em Deus Mesmo Quando a Vida o Fere”, especialmente no capítulo, “Growing Through Adversity” (Crescendo na  Adversidade). Também memorizei o Salmo 46.1 e encontrei socorro nas horas de crise: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade”.

O escritor e orador Napoleon Hill declarou: “Cada adversidade, cada fracasso, cada sofrimento carrega em si a semente de um benefício igual ou maior”. Que semente é essa da qual ele fala? Na Bíblia encontramos vários exemplos: 
·         Abraão, no livro de Gênesis, passou muitos anos aprendendo como obedecer, a quem obedecer e quando obedecer. Ao longo do processo ele encontrou desvios, disputas e decepções, mas Deus recompensou sua fé e obediência, mesmo em face da adversidade e incerteza.
·         Jó, no livro que leva seu nome, viveu anos de prosperidade, felicidade e sucesso. Depois, o teto desabou sobre sua vida, as paredes ruíram e ele se tornou um total fracasso. Perdeu família, fortuna, fama e saúde. Compreensivelmente ele lamentou: “Deus me esmaga com uma tempestade e sem motivo aumenta as minhas feridas”(Jó 9.17). Foi então que ele descobriu a importância de esperar, semanas ou meses. Aprendeu o valor da paciência na adversidade. Jó declarou: “Mesmo que Ele me mate, Nele confiarei”. Quando a promessa parecia falhar, descobriu que sempre se pode confiar Naquele que faz a promessa.
·         José, também em Gênesis, viveu em uma montanha-russa 24 horas por dia durante anos. Em instantes passou de favorito do pai para o fundo do poço; de posição de destaque para prisão; da cela para o palácio; da penúria para o posto de primeiro-ministro. E foi capaz de declarar aos irmãos traidores:“Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem” (Gênesis 50.20).
A Bíblia ensina o que poderíamos chamar de “lei do aumento”. “Ouçam com atenção: a menos que um grão de trigo seja enterrado no solo e  morra para o mundo, nunca será nada mais do que um grão de trigo. Mas se é enterrado, ele germina e se reproduz muitas vezes” (João 12.24). Às vezes, aparência de morte é simplesmente prenúncio de vida!

Quando a adversidade surgir – e ela surgirá – lembre-se e firme-se nesta verdade: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade” (Salmo 46.1).  

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Não Morda a Mão Que o Alimenta


Por Rick Boxx

Parece haver certa insensibilidade e comportamento desrespeitoso no ambiente de trabalho. E por mais estranho que pareça, tais atitudes, muitas vezes, não sofrem nenhuma penalidade. Às vezes chegam mesmo a ser recompensadas.

De acordo com um estudo mencionado em artigo do "Wall Street Journal", frequentemente empregadores pagam mais para empregados "rudes e desagradáveis". O estudo descobriu que empregados com os quais é difícil trabalhar, ganham em média 18% mais do que seus colegas mais "amáveis". Imagine só investir em salários, impostos, benefícios, treinamentos e tempo com colaboradores e vê-los se tornarem desrespeitosos, gritar com você durante uma reunião ou bater a porta ao sair?!

A despeito do impacto potencialmente fragmentador dentro da organização, executivos permitem ser manipulados por membros intimidadores e arrogantes de suas equipes. Qual o custo disso? Colaboradores desagradáveis, de acordo com outro estudo, podem representar custo ainda maior para a organização. Comportamento grosseiro resulta em maior rotatividade. Outros colaboradores se sentem inquietos pelos conflitos contínuos. Perdem respeito pelos líderes, que deixam de exigir deles um comportamento aceitável. 

“Não morda a mão que o alimenta”, é um antigo ditado que precisa ser revisitado. Empregadores têm todo o direito de deixar claro que trabalhar para suas empresas é privilégio e não direito, e que modo de falar e comportamento desrespeitoso não serão tolerados. 

Se você é  empregador, saiba que contratar pessoas agradáveis, que respeitem os outros é o melhor caminho. Precisam tomar consciência do risco de se deixar intimidar, e pagar mais do que devem, por comportamentos grosseiros, mesmo quando estejam em jogo talentos e habilidades valiosos, que tenham contribuído para o sucesso da empresa. Sujeitar-se a empregados desagregadores, que não mostram respeito pelos outros, especialmente com quem trabalham, pode ser destrutivo para todos os envolvidos.

Ao contratar novos colaboradores ou realizar avaliações periódicas, enfatizar a importância de respeito e da cooperação, deve ser parte vital do processo. Um supervisor sábio procura e promove aqueles que respeitam e demonstram humildade ao interagir com outros. Vejamos alguns princípios apresentados na Bíblia:   

Respeito deve existir sempre. Demonstrar consideração e compreensão para com os outros deve ser uma prática universal, seja qual for a posição ou senso de “merecimento” a ser considerado. “Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei” (1Pedro 2.17). 

Respeito pela autoridade não é opção, mas regra. Alguns dizem: “Vou respeitar apenas quem conquistar o meu respeito”. Pela perspectiva bíblica, porém, respeito deve ser demonstrado não importando o que a outra pessoa faça. “Escravos, sujeitem-se a seus senhores com todo o respeito, não apenas aos bons e amáveis, mas também aos maus. Porque é louvável que, por motivo de sua consciência para com Deus, alguém suporte aflições sofrendo injustamente” (1Pedro 2.18-19). A palavra “escravos” pode soar deslocada no ambiente de trabalho do século XXI, mas o relacionamento a que a Bíblia se refere se aplica entre patrão e empregado.   

Feliz Natal! Será?


L. Roberto Silvado 

Talvez você esteja lendo este texto e a sensação não seja de festa. A idéia de próspero ano novo parece alienígena diante da realidade do desemprego ou do sub-emprego! Talvez você esteja sem esperanças enfrentando as incertezas de uma enfermidade ou sentindo saudades de alguém que já não estará mais neste Natal.
Não existe outro momento do ano em que sentimentos tão contraditórios venham ao coração. Todos queremos ter um Feliz Natal mas justamente nestes dias percebemos os relacionamentos quebrados ao fazer a lista de convidados, o quanto amamos as pessoas pelo desejo ou não de dar um presente ou enviar um cartão. É possível ter um Feliz Natal?
É POSSÍVEL TER UM FELIZ NATAL mesmo no meio da adversidade porque no primeiro Natal Deus provou que Ele nos ama e afirmou que deseja uma vida cheia de paz para cada um de nós!
Existem relacionamentos quebrados? Vocês então orem assim: “Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofenderam.”
Existe a dor do luto? Lembre-se que “O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta. Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranqüilas; restaura-me o vigor. Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem.”
Você está enfrentando a frustração do desemprego e da crise financeira? “Portanto eu lhes digo: Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa? Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas? Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘Que vamos comer?’ ou ‘Que vamos beber?’ ou ‘Que vamos vestir?’ Pois os pagãos é que correm atrás dessas coisas; mas o Pai celestial sabe que vocês precisam delas. Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.”
Você está vivendo as incertezas de uma enfermidade? O profeta Isaías fala do Jesus do Natal e diz que “Certamente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e sobre Si levou as nossas doenças; contudo nós O consideramos castigado por Deus, por Deus atingido e afligido. Mas Ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre Ele, e pelas Suas feridas fomos curados.”
A falta de esperança de ver dias melhores, falta de paz? “Por que você está assim tão triste, ó minha alma? Por que está assim tão perturbada dentro de mim? Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus.”

“Entregue o seu caminho ao SENHOR; confie nele, e ele agirá…”

Tenha de fato um Feliz Natal, buscando aquele que é o senhor do Natal!

Texto Bíblico Utilizado:
Mateus 6:9-12; Salmo 23:1-4; Mateus 6:25-26, 31-33; Isaías 53:4-5; Salmo 42:11; Salmo 37:5

Fonte: Vida.Net

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Caráter ou Reputação: Você Escolhe!



Por Robert J. Tamasy

Se tivesse de escolher um advogado, novo contador, outro fornecedor ou zelador para seu prédio, como avaliaria os candidatos? Consultando amigos e pessoas de confiança, dentro da abordagem de “cliente satisfeito”? Ou recorreria ao PROCON para saber se há registro de reclamação contra essas pessoas ou empresas? 

Para contratar um novo empregado adotamos a mesma estratégia. Contatamos as referências para solicitar informações, dentro da permissão legal. Procurando novos serviços ou admitindo novos funcionários, queremos conhecer a sua reputação.

Será que reputação é sempre um indicador real do que podemos esperar? Ouvimos falar de líderes profissionais e empresariais e autoridades eleitas que detinham reputações impecáveis, mas foram destruídos quando seus segredos de fracassos morais e éticos foram revelados. Por que isso acontece?

Alguém disse que, “Caráter é o que você realmente é. Reputação é o que as pessoas pensam que você é.”  Em outras palavras, o que vemos externamente nem sempre é o que recebemos. Posso pensar em oradores públicos que aprecio, imaginando o quanto seria agradável tê-los como amigos. Em diversas ocasiões, porém, descobri que embora fossem excelentes discursando publicamente, privadamente suas personalidades e comportamentos eram muito diferentes.

No mercado de trabalho a distinção entre caráter e reputação é muito importante. Em marketing a ênfase está na imagem. Ás vezes nos referimos a isso como “marca”. O objetivo é convencer consumidores e clientes que somos o que eles pensam que somos. Infelizmente às vezes as pessoas usam máscaras, disfarçando-se e ocultando o que realmente são interiormente. 

Podem existir razões válidas para isso: vergonha, embaraço, sentimento de não ser “bom o bastante”. Mas se nossas “máscaras” forem tentativas deliberadas de enganar, o problema é sério e a verdade se torna evidente com o tempo. Bom caráter quase sempre resulta em boa reputação, mas boa reputação nem sempre assegura bom caráter, individual ou corporativamente. Considere o que a Bíblia diz: 

Tenha cuidado com a aparência exterior. Tendemos a julgar as pessoas de acordo com percepções – o que vemos e ouvimos. Mas o que percebemos pode não ser exato. 1Samuel 16.7 ensina: O Senhor não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração”. Provérbios 16.2 acrescenta: “Todos os caminhos do homem são limpos aos seus olhos, mas o Senhor pesa os espíritos”. 

Atente para suas próprias motivações. Nós mesmos podemos ser culpados da tentativa de enganar, dando falsa impressão de quem somos. Porém, se quisermos ser íntegros, temos que ser honestos com a imagem que projetamos. “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida” (Provérbios 4.23). 

A pessoa ideal tem boa reputação construída sobre o fundamento de um bom caráter. João descreveu alguém assim: “Todos falam bem de Demétrio, e a própria verdade fala bem dele”(3João 12).

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Gratidão ou Comparação


Por Jim Mathis

Quase todas as culturas têm uma data para celebrar a colheita e dar graças a Deus pela provisão de mais um ano. Nos Estados Unidos, o "Dia de Ação de Graças" remete aos tempos coloniais. Embora a maioria não seja de agricultores, milhões de pessoas ainda separam tempo para expressar gratidão a Deus por prover suas necessidades.

Mas há algo curioso acerca dessa data: é fácil confundir gratidão com comparação. Não é incomum ouvir: "Sou grato por tudo que tenho, porque muitos não têm o mesmo que eu”. Ou: "Sou grato por ter um emprego, porque há muita gente que está desempregada”.
Embora essas afirmações sejam expressões de gratidão, parecem um jogo de comparações. 

Ser grato não tem nada a ver com o quanto estamos em melhor situação que outras pessoas. Ao contrário, deveria dizer respeito à disposição de estarmos satisfeitos e felizes com o que somos, seja qual for a situação, e não em comparação com alguém. 

Tem a ver com gratidão pelas pequenas coisas que fazem com que valha a pena viver. Não apenas coisas materiais, mas na saúde (tendo paz e esperança mesmo com saúde deficiente); amigos e familiares que amamos, habilidades e talentos inatos que possuímos e podemos usar para benefício de outros. Olhar para alguém menos ou mais afortunado nunca é saudável.

Gratidão tem mais a ver com satisfação do que com a procura por alguém que seja menos afortunado. O apóstolo Paulo afirmou isso da seguinte maneira: “Aprendi a estar satisfeito com o que tenho. Sei o que é estar necessitado e sei também o que é ter mais do que é preciso. Aprendi o segredo de me sentir contente em todo lugar e em qualquer situação, quer esteja alimentado ou com fome, quer tenha muito ou tenha pouco” (Filipenses 4.11-12). 

Compreendi que “satisfação” é considerado palavrão em alguns círculos. Afinal de contas, não devemos sempre buscar mais? Não necessariamente! Jesus disse a Seus seguidores: “Prestem atenção! Tenham cuidado com todo tipo de avareza, porque a verdadeira vida de uma pessoa não depende das coisas que ela tem, mesmo que sejam muitas” (Lucas 12.15). 

Por outro lado, satisfação não deve ser confundido com complacência. Outros sinônimos para satisfação são felicidade ou paz de espírito. Tem a ver com conhecimento de nós mesmos, avaliação honesta de quem somos e do que somos capazes de fazer, sabendo que fazemos o que se espera que façamos. 

Para alguns esta é uma afirmação dura, muito embora essencial. Devemos aceitar quem somos e onde estamos, sermos felizes por estar vivos e mostrar gratidão por cada respiração.

Gratidão deve ser uma pausa para expressar gratidão a Deus e ter habilidade para amar e cuidar uns dos outros.  

Fonte: Maná da Segunda



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Você Trabalha Para quê?


Por Robert J. Tamasy

Se pesquisar 100 empresários e profissionais, obterá 100 diferentes explicações sobre a razão por que trabalham e o que pretendem alcançar com ele.

“Ganhar a vida” seria provavelmente a mais comum. Trabalha-se para ganhar dinheiro para comida, moradia e roupas; manter o estilo de vida escolhido; adquirir coisas precisas e desejadas, e ajudar a sustentar causas nas quais se acredita. Existem, porém, outras respostas.

Para alguns, trabalho proporciona senso de missão e significância. Outros, buscam reconhecimento pessoal das habilidades e talentos. Para outros, ainda, apenas uma maneira de passar as horas. Os menos egoístas, com inclinações filantrópicas, encaram trabalho como meio de servir a outros. Para a maioria, é instrumento para se encaixar na sociedade e contribuir para o mundo que os rodeia. Enfim, para ter realização no trabalho, deve-se ter resposta clara para a pergunta: “Para que você trabalha?”

A Bíblia apresenta perspectivas interessantes da questão, desafiando as noções predominantes e por que fazemos o que fazemos: 

Trabalhar pelo que não pode ser tirado. Metas profissionais proporcionam satisfação passageira. Passada a novidade, a atitude é: “O quem vem depois?”, ou, “E agora?”. Jesus desafiou Seus seguidores a lutar por objetivos que não podem desaparecer ou ser removidos. Não ajuntem riquezas aqui na terra, onde as traças e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam.  Pelo contrário, ajuntem riquezas no céu, onde a traça e a ferrugem não podem destruí-las, e os ladrões não podem arrombar e roubá-las” (Mateus 6.19-20). 

Trabalhar por coisas duradouras. Na próxima semana muitos celebrarão o "Dia de Ação de Graças", dia festivo em que a maioria come mais que o necessário. Todos nós precisamos de nutrição, mas Jesus disse que há “comida” melhor a buscar.Não trabalhem a fim de conseguir a comida que se estraga, mas a fim de conseguir a comida que dura para a vida eterna... Eu sou o pão da vida. Quem vem a Mim nunca mais terá fome, e quem crê em Mim nunca mais terá sede” (João 6.27,35). 

Trabalhar por recompensas eternas. Todos já descobrimos que reconhecimento e honras humanos são temporários. Num dia somos a “estrela” da companhia; no dia seguinte, outro assume o papel. Por isso, o melhor é lembrar-se do Único que definitivamente oferece recompensas que ninguém pode nos tirar. O que vocês fizerem, façam de todo o coração, como se estivessem servindo ao Senhor e não as pessoas. Lembrem que o Senhor lhes dará como recompensa aquilo que Ele tem guardado para o Seu povo, pois o verdadeiro Senhor que vocês servem é Cristo” (Colossenses 3.23-24).  


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

DEUS É CULPADO?

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:
- Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer, no dia 11 de setembro?
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
- Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua bênção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?...
- À vista de tantos acontecimentos recentes-ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc... -eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas, como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião...
- Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém...
- Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima, (o filho dele se suicidou) e nós dissemos: "Um perito nesse assunto deve saber o que está falando". E então concordamos com ele...
- Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos... (há diferença entre disciplinar e tocar)...
- Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos, sem ao menos questionar...
- Então, foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: "Está bem!”...
- Então, alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino...
- Depois, uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da Internet. E nós dissemos: "Está bem, isto é democracia, e eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso"...
- Agora, nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, entre o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios... Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos aquilo que semeamos!...

Segredo para o Sucesso


Por Rick Boxx

Se lhe perguntassem qual o fator primordial para alcançar sucesso, o que você responderia? Esta foi a pergunta que Kent Humpheys, consultor de executivos, fez a si próprio. Todos buscam sucesso, mas para muitos parece inalcançável. Onde será que eles estão errando?

No livro, Letters to Workplace Leaders (Cartas aos Líderes do Mercado de Trabalho), Humpheys cita uma pesquisa em que foi perguntado, “Qual a principal razão para o êxito de pessoas bem-sucedidas?”. Duas respostas se destacaram acima das demais: "Trabalho Duro e Determinação".

Trabalho duro foi a resposta mais comum, escolhida por 40% das pessoas pesquisadas e determinação vem logo a seguir, com 38%, ultrapassando outros fatores como conhecimento, sorte ou contatos influentes. Se o notável inventor Thomas Edison fosse incluído nessa pesquisa ele concordaria com as respostas. Certa vez ele fez esta intrigante observação sobre sucesso: “Muitas pessoas deixam a oportunidade passar, porque ela usa macacão e se parece com trabalho”. 

Vivemos numa era em que a maioria das pessoas aparentemente não deseja fazer o esforço necessário para alcançar sucesso, ficando a imaginar por que outros são excelentes no que fazem e elas não. Acham que “têm o direito”, mas não que sejam responsáveis por conquistar o que desejam: status, avanço na carreira, influência, recompensa material.  

O reconhecimento da importância do trabalho duro e da determinação, porém, não é coisa nova. A Bíblia, escrita milhares de anos atrás, fala extensivamente sobre ambos. Em Provérbios encontramos inúmeras afirmações sobre as virtudes e os benefícios de ambos, como:

. “Quem trabalha a sua terra terá fartura de alimento, mas quem vai atrás de fantasias não tem juízo” (Provérbios 12.11). 
. “As mão diligentes governarão, mas os preguiçosos acabarão escravos” (Provérbios 12.24).
. “O apetite do trabalhador o obriga a trabalhar; a sua fome o impulsiona (Provérbios 16.26).
. “Os planos bem elaborados levam à fartura; mas o apressado sempre acaba na miséria (Provérbios 21.5).

A ligação entre trabalho duro e determinação também é abordada no Novo Testamento. Tiago entendeu isso quando escreveu:“Feliz é o homem que persevera na provação, porque depois de aprovado receberá a coroa da vida, que Deus prometeu aos que O amam” (Tiago 1.12).

Perseverança mistura esses dois fatores numa fórmula vencedora. Se você estiver enfrentando provação ou grande desafio no seu trabalho, lembre-se que não há substituto para trabalho duro e determinação. 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Simplesmente Renegue

Posted: 30 Oct 2012 07:00 PM PDT
"Jesus respondeu: 'Se você quer ser perfeito, vá, venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois, venha e siga-me'". (Mateus 19:21)

Quando Jesus disse ao jovem rico para vender o que tinha, dar o dinheiro aos pobres e segui-Lo, algumas pessoas acham erradamente que isso seja uma condenação generalizada à riqueza dos crentes, ou que todas as pessoas ricas enquadram-se nesse caso. No entanto, Jesus não fez esta exigência para mais nenhuma pessoa rica que tenha encontrado.

Nicodemos, que foi ter com Jesus à noite, era um homem rico. Lázaro era também um homem de posses. Mas Jesus não exigiu isso deles. Por que? Porque Jesus olhou para o coração do jovem rico e viu que ele não tinha as posses. Elas é que o tinham. O que Jesus queria dele não era o seu dinheiro, mas o seu coração. Jesus não disse: "Dê o seu dinheiro para mim." Ao contrário, ele disse: "Livre-se dele e me siga."

Jesus poderia ter pedido por sua carreira ou pelo seu relacionamento com outra pessoa. Ele pediu basicamente que esse homem destronasse a sua riqueza e o entronizasse como o seu Salvador. E o jovem rico, por sua vez, disse: "Senhor, você pode ocupar o segundo lugar na minha vida, mas o primeiro lugar está reservado aos meus bens."

E no seu caso? O que lhe impede de seguir Jesus? Uma relação imoral? Um grupo de amigos que exerce má influência sobre você? Álcool ou drogas?

Jesus está dizendo: "Renegue isso e siga-me." Ele quer que você obtenha o dom da vida eterna. Mas se há algo no seu caminho que impede a aceitação desse presente, você precisa renegá-lo. E até que faça isso, não terá o que Ele tem para lhe oferecer.